GRANDE LOJA DOS ANTIGOS LIVRES E ACEITES MAÇONS DE PORTUGAL (1882)

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COMUNICADO - ELEIÇÕES NA MAÇONARIA REGULAR E TRADICIONAL PDF Imprimir E-mail

 

 

 

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GLNP - Maçonaria Tradicional ou Regular (Continental). Raízes, História e Actualidade. PDF Imprimir E-mail

GRANDE LOJA NACIONAL PORTUGUESA, Maçonaria Tradicional e Regular (Continental).

 

Raízes, História e Actualidade.

 

 

 

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(Palácio Maçónico do século XVIII) (Sede Social da Ordem até 2010)

 

A Grande Loja Nacional Portuguesa é uma Obediência maçónica, masculina, portuguesa, que foi constituída com 4 (quatro) Lojas, 50 Obreiros, provenientes da Obediência regularmente consagrada pela Grande Loja Nacional Francesa, denominada Grande Loja Regular de Portugal. Esta última Obediência sofreu ainda uma outra cisão, em 1996, que resultou na formação da Grande Loja Legal de Portugal - GLRP.

 

A Grande Loja Nacional Portuguesa foi formalmente constituída, a 09 de Março de 2000, no Cartório Notarial de Macedo de Cavaleiros, tendo sido reconhecida de imediato pela Maçonaria Regular (Continental), em contraponto com a Maçonaria Regular (insular ou Anglo-saxónica), que reconheceu a Grande Loja Legal de Portugal- GLRP.

 

A Maçonaria tradicional ou regular (continental) assume a presença em Loja das chamadas Três Grandes Luzes da Maçonaria: o Esquadro, o Compasso e o Volume da Lei Sagrada. A Maçonaria praticada inspira-se na habitual Tradição da cultura maçónica (continental) de inspiração judaica-cristã, iniciando os seus trabalhos com a Bíblia aberta no prólogo do 4º Evangelho, João. Toleram ainda a presença de outros Volumes da Lei Sagrada, junto à Bíblia, no momento da prestação do juramento profano, no dia da iniciação, se a pessoa a ser admitida pertencer a uma religião diferente. A Bíblia na Maçonaria tradicional (continental) representa um símbolo e não é interpretado como um livro de qualquer religião revelada, mesmo que seja a do novo iniciado.

 

Na Maçonaria regular (continental) não é usado um livro em branco, ou a própria Constituição da Obediência, como se pratica noutras Obediências. Para estes maçons, o livro branco é considerado um arquétipo carente de sentido. E, praticando eles uma Maçonaria Tradicional ou de regularidade (continental), a presença de um livro em branco não representa qualquer tradição, nem transmite qualquer origem.

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